30 dias, 5 países, uma grande amiga, breves amores, inúmeras loucuras.
Eu chego Anápolis, tomo um café com leite, açúcar e canela, amarro o cadarço do meu tênis rosa pra correr no sol, deito no sofá pra pensar no que passou...e não tenho nada pra agarrar com minhas mãos, não posso voltar atrás, eu não trouxe nada. O que me resta é o agora. Aqui, nada mudou. Não tenho nem certeza se as coisas foram do jeito que lembro, é estranho pensar que há uma semana a pessoa mais próxima de mim é hoje alguém que eu não sei se vou ver outra vez na minha vida. Se ontem eu era autônoma, e ficava brincando de arquitetar meus dias, hoje eu volto a ser alguém que preciso me encaixar na merda da rotina. Eu que tenho essa obsessão por fugir de tudo, que gosto de deixar tudo pra trás pra entrar em outras cabeças, fico com um coração tamponado quando volto pra casa. Um tanto de saudade fica, mas logo logo novos sonhos vem.
Eu chego Anápolis, tomo um café com leite, açúcar e canela, amarro o cadarço do meu tênis rosa pra correr no sol, deito no sofá pra pensar no que passou...e não tenho nada pra agarrar com minhas mãos, não posso voltar atrás, eu não trouxe nada. O que me resta é o agora. Aqui, nada mudou. Não tenho nem certeza se as coisas foram do jeito que lembro, é estranho pensar que há uma semana a pessoa mais próxima de mim é hoje alguém que eu não sei se vou ver outra vez na minha vida. Se ontem eu era autônoma, e ficava brincando de arquitetar meus dias, hoje eu volto a ser alguém que preciso me encaixar na merda da rotina. Eu que tenho essa obsessão por fugir de tudo, que gosto de deixar tudo pra trás pra entrar em outras cabeças, fico com um coração tamponado quando volto pra casa. Um tanto de saudade fica, mas logo logo novos sonhos vem.

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