segunda-feira, 12 de agosto de 2013

If you don't like the reflection don't look at the mirror




Eu tenho carregado muita coisa nas costas desde que eu comecei a faculdade, e não tem como eu desligar de tudo aquilo que eu quero, mas de um tempo pra cá eu fui vendo o tanto que é desnecessário se preocupar tanto com algumas pessoas, com cada atitude, com algumas coisas do passado, e até coisas do futuro. Às vezes se você abre uma brecha é possível ficar muito tempo pensando "e se eu tivesse feito isso ao invés disso", "ah talvez se eu tivesse chegado 1 segundo depois poderia ser que...", sinceramente foda-se. O que eu quero eu luto pra ter, se não deu certo já era, o " e se..." nunca aconteceu e o tempo não volta, então supera. Sério, ficar imaginando universo paralelo dá câncer. Ainda mais que muita coisa na minha vida dá errado, a sorte é que eu também sofro de alzheimer precoce, aí se alguma coisa ruim acontece comigo de manhã, a tarde eu já esqueci 50% dos fatos.  Então se alguém quiser morrer de falar mal, ou de achar ruim de algo relacionado a mim.. pode falar, pode achar ruim, é direito seu. Eu não sei de muita coisa, acho que vou aprendendo (bem) aos poucos com a vida, então eu erro mesmo, faço umas burradas sensacionais, sinto raiva, descompenso, mas depois eu levanto e vou indo. Quero focar mais no que compensa e o que realmente é preciso. Não dar crédito pra quem não merece. Não é também que agora eu vou sair destratando as pessoas, nem sendo grossa, nada disso, é só que eu tô em outra. 


“Experience is a question of instinct about life.”
― Oscar WildeLady Windermere's Fan

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